O Paris Saint-Germain escreveu mais um capítulo histórico em sua trajetória no futebol europeu. Neste sábado (30), na Puskás Arena, em Budapeste, na Hungria, a equipe francesa derrotou o Arsenal nos pênaltis por 4 a 3, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, e conquistou o bicampeonato consecutivo da UEFA Champions League.
A decisão começou equilibrada, com as duas equipes buscando espaços para atacar. No entanto, aos 11 minutos, uma falha da defesa parisiense mudou o rumo da partida. Após uma tentativa de corte de Marquinhos, a bola sobrou para Kai Havertz, que avançou pela esquerda e finalizou com força para abrir o placar para o Arsenal.
O gol marcou mais um momento importante na carreira do atacante alemão, que voltou a balançar as redes em uma final de Champions League. Havertz já havia sido decisivo pelo Chelsea na conquista da temporada 2020/21.
Mesmo em desvantagem, o PSG manteve o controle das ações e dominou a posse de bola durante o restante da primeira etapa. A equipe de Luis Enrique pressionou constantemente, mas encontrou dificuldades diante da sólida defesa dos Gunners.
Na volta do intervalo, o PSG aumentou a intensidade e passou a pressionar ainda mais o adversário. A insistência foi recompensada aos 61 minutos, quando Kvaratskhelia sofreu pênalti após entrada de Mosquera dentro da área. Após revisão do VAR, Ousmane Dembélé assumiu a responsabilidade e converteu a cobrança, deixando tudo igual.
O empate deu novo fôlego ao confronto. O Arsenal tentou reagir e criou oportunidades, mas o PSG seguiu mais perigoso. Kvaratskhelia acertou a trave aos 76 minutos, enquanto Vitinha e Barcola desperdiçaram boas chances nos minutos finais.
Com o desgaste físico evidente, as duas equipes reduziram o ritmo durante a prorrogação. O PSG apostou nos contra-ataques, enquanto o Arsenal tentou aproveitar bolas paradas. Apesar de algumas investidas, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes, levando a decisão para a disputa de pênaltis.
Nas cobranças, Gonzalo Ramos abriu a série convertendo para o PSG, seguido por Gyökeres para o Arsenal. Desiré Doué ampliou para os franceses, enquanto Eberechi Eze desperdiçou sua cobrança.
Nuno Mendes teve a chance de aumentar a vantagem parisiense, mas falhou. Declan Rice aproveitou para recolocar os ingleses na disputa. Hakimi, Martinelli e Beraldo converteram suas cobranças, deixando a decisão para a última batida do Arsenal.
Com a responsabilidade de manter os Gunners vivos, Gabriel Magalhães foi para a cobrança decisiva, mas isolou a bola. O erro garantiu o título ao Paris Saint-Germain, que confirmou seu favoritismo e levantou a taça da Champions League pela segunda temporada consecutiva.
A conquista consolida o PSG entre as principais potências do futebol europeu na atualidade. Sob o comando de Luis Enrique, a equipe francesa demonstrou regularidade, força ofensiva e maturidade ao longo da competição, coroando a campanha com mais uma taça continental.
Com o bicampeonato, o clube parisiense reforça sua posição entre os gigantes da Europa e amplia ainda mais sua história na principal competição de clubes do mundo.