O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) Marcus Vinícius Fernandes Neves garantiu a permanência dos quadros de mais de 2 mil empregados e que não há risco de demissões com a Parceria Público-Privada (PPP) destinada à ampliação do esgotamento sanitário nas microrregiões do Litoral ao Alto Piranhas, no Sertão da Paraíba.
“Nenhum empregado será desligado pela terceirização ou PPP da Cagepa. Já fizemos esse debate com o Sindicato. Quem faz as obras de esgoto já são terceirizados como a Sancol. Agora o controle, a fiscalização e atendimento à população é da Cagepa”, esclareceu o diretor presidente da Cagepa.
A declaração foi dada em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (17). De acordo com ele, o controle da Cagepa permanece público, com o governo estadual mantendo a gestão, enquanto a iniciativa privada assume a operação e expansão de serviços de esgotamento sanitário por tempo determinado.
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Para Marcus, as Parcerias Público-Privadas (PPPs) de saneamento não configuram privatização, mas sim um modelo de parceria para investimentos. Ele deu como exemplo, a adoção de PPP nos estados do Espirito Santo, Goiás, Ceará e outros “assim como foi feito em Goiás, Ceará, Mato Grosso do Sul, Espirito Santo. Isso é para esgotamento sanitário. O cidadão não vai nem saber que tem um terceiro. Nós vamos medir atendimento a população, é outra roupagem, tudo isso é vantagem, que muitas vezes, nós do setor públicos com as amarras não temos. Estamos a três meses discutindo por que é uma empresa recorrendo com a outra, mas é uma disputa interna. A PPP vai ter que atender a população por que está prestando um serviço para a Cagepa…”, avaliou Marcus.
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